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Termos de Uso
Meu coração, coisa de aço, Começa a achar um cansaço Esta procura de espaço Para o desenho da vida.
Não cantes. A praça cheia torna-se escura e subterrânea. E meu nome se escuta a si mesmo, triste e falso.
Estes meus tristes pensamentos Vieram de estrelas desfolhadas Pela boca brusca dos ventos?
Esperarei pelo tempo Com suas conquistas áridas.
Com uma palavra tão doce, de maneira tão serena, que até Deus pensou que fosse felicidade – e não pena.
E tão românticos seremos, de tão magoado romantismo
Tudo imóvel… Serenidades… Que tristeza, nos sonhos meus! E quanto choro e quanto adeus Neste mar de infelicidades!
Ninguém abra a sua porta para ver que aconteceu: saímos de braço dado, a noite escura mais eu.
A memória voou da minha fronte. Voou meu amor, minha imaginação… Talvez eu morra antes do horizonte. Memória, amor e o resto onde estarão?
Fico ao teu lado.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
Venho de longe e vou para longe: mas procurei pelo chão os sinais do meu caminho e não vi nada