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Termos de Uso
Suspiro do vento, lágrima do mar, meu pensamento não sabe matar!
Cabecinha boa de menino mudo que não teve nada, que não pediu nada, pelo medo de perder tudo.
Choro pelo que não fiz. E pela minha fraqueza é que sou triste e infeliz. Perdoa-me, folha seca!
Espadas frias, nítidas espadas, duras viseiras já sem perspectiva, cetro sem mãos, coroa já não viva…
Têm memória de água e vento e – além dos mundos desvairados – do silêncio, o etéreo silêncio!
e ela resiste, no isolamento
bordai as sedas do vosso destino
Não dividas o céu.
Renasce em ti mesmo
Hoje eu queria estar entre as nuvens, na velocidade das nuvens, na sua fragilidade, na sua docilidade de ser e deixar de ser. Livremente.
Ó cinérea Princesa, é muito densa do mundo humano a trama das neblinas… A floresta do absurdo é negra, é imensa, e as sibilas se escondem, repentinas.
As vossas flores ficarão para sempre mais perfeitas, já que o tempo extinguiu brilhos e cores;