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Termos de Uso
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada! Pois dessa mão avaramente adunca Não haverão de arracar a luz sagrada!
Pobres notas únicas
Sinto uma dor infinita Das ruas de Porto Alegre Onde jamais passarei…
Eles não têm pouso nem porto alimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.
Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada, com o teu passo leve, com esses teus cabelos… E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender nada, numa alegria atônita…
– Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes? E ela lhes dirá (É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Não desças os degraus dos sonhos Para não despertar os monstros.
Haverá quem nisso creia?
Na volta escura da escada. O Anjo disse o meu nome.
Não vos iludais o velho que aqui vai: Eu quero os meus brinquedos novamente!
Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,
Rezaria seus versos, os mais belos, Desses que desde a infância me embalaram E quem me dera que alguns fossem meus!