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Termos de Uso
Esconde à Natureza o sofrimento, E fica no teu ermo entristecida, Alma arrancada do prazer do mundo…
São despedaçamentos, derrubadas, Federações sidéricas quebradas… E eu só, o último a ser, pelo orbe adiante…
Em vão! Contra o poder criador do Sonho O Fim das Coisas mostra-se medonho Como o desaguadouro atro de um rio…
Era de vê-lo, imóvel, resignado, Tragicamente de si mesmo oriundo, Fora da sucessão, estranho ao mundo, Com o reflexo fúnebre do Increado:
Fator universal do transformismo. Filho da teleológica matéria, Na superabundância ou na miséria, Verme – é o seu nome obscuro de batismo.
É a dor da Força desaproveitada, – O cantochão dos dínamos profundos. Que, podendo mover milhões de mundos, Jazem ainda na estática do Nada!
E não é a Esperança por sentença Este laço que ao mundo nos manieta?
Meu coração tem catedrais imensas, Templos de priscas e longínquas datas, Onde um nume de amor, em serenatas, Canta a aleluia virginal das crenças.
Somente a Ingratidão – esta pantera – Foi tua companheira inseparável! Acostuma-te à lama que te espera!
Que sou eu, neste ergástulo das vidas Danadamente, a soluçar de dor?!
Este lugar, moços do mundo, vede: É o grande bebedouro coletivo, Onde os bandalhos, como um gado vivo, Todas as noites, vêm matar a sede!
Vem do encéfalo absconso que a constringe, Chega em seguida às cordas do laringe, Tísica, tênue, mínima, raquítica…