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Termos de Uso
Ah! todos os fenômenos do solo Parecem realizar de polo a polo O ideal de Anaximandro de Mileto!
Um grande recolhimento Preside neste momento Todas as forças do Mundo
Tenta às vezes, porém, nervosa e louca Esquecer por momento a mágoa intensa Arrancando um sorriso à flor da boca. Mas volta logo um negro desconforto…
Os astros rumorejam um presságio de noute luminosa E ei-la que assoma – a Louca tenebrosa, branca, emergindo às trevas…
Choras, e eu julgo que nas tuas cordas, Choram todas as cordas do Passado!
Estende o teu olhar à Natureza, Fita a cúp’la do Céu santa e infinita! Deus é o templo do Bem…
Hoffmânnicas visagens Enchiam meu encéfalo de imagens As mais contraditórias e confusas!
Cão! – Alma de inferior rapsodo errante!
À noite, quando sonha, Sente no tórax a pressão medonha Do bruto embate férreo das tenazes.
Dizes que sou feliz. Não mentes. Dizes tudo que sentes. A infelicidade parece às vezes com a felicidade…
Corte minha singularíssima pessoa. Que importa a mim que a bicharia roa Todo o meu coração, depois da morte?!
Os namorados ternos suspiravam, Quando há de ser o venturoso dia?! Quando há de ser?!