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Termos de Uso
Muita gente infeliz assim não pensa; No entanto o mundo é uma ilusão completa, E não é a Esperança por sentença Este laço que ao mundo nos manieta?
Surpreendo-me, sozinho, numa cova. Então meu desvario se renova… Como que, abrindo todos os jazigos, A Morte, em trajes pretos e amarelos, Levanta contra mim grandes cutelos E as baionetas dos dragões antigos!
Moça, tão moça e já desventurada; Da desdita ferida pelo espinho, Vai morta em vida assim pelo caminho, No sudário de mágoa sepultada.
Não crê em nada, pois, nada há que traga Consolo à Mágoa, a que só ele assiste. Quer resistir, e quanto mais resiste Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga.
Vem-me então à lembrança o pai Yoyô Na ânsia física da última eficácia… E logo a lágrima em meus olhos cai. Ah! Vale mais lembrar-me eu de meu Pai
Sulcando o espaço, devassando a terra, A aeronave que um mistério encerra Vai pelo espaço acompanhando o mundo.
Pego de um pau. Esforços faço. Chego A tocá-lo. Minh’alma se concentra. Que ventre produziu tão feio parto?!
Numerar sepulturas e carneiros, Reduzir carnes podres a algarismos, Tal é, sem complicados silogismos, A aritmética hedionda dos coveiros!
Tarda-lhe a Idéia! A inspiração lhe tarda! E ei-lo a tremer, rasga o papel, violento, Como o soldado que rasgou a farda No desespero do último momento
Á luz do luar, pelos caminhos quedos Minha tátil intensidade é tanta Que eu sinto a alma do Cosmos nos meus dedos!
Encontrei, afinal, o meu Nirvana!
Reconcentrando-se em si mesma, um dia, A Natureza olhou-se interiormente!