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Termos de Uso
Cada seduzida foi um ludíbrio à tua essência. Em tais amores não encontraste nunca o sentido da vida.
Venci a deusa. Então, ciumenta da vitória, Ela não ma perdoou: vingou-se e fez-me aranha!
Aqui, sob esta pedra, onde o orvalho roreja, Repousa, embalsamado em óleos vegetais, O alvo corpo de quem, como uma ave que adeja, Dançava descuidosa, e hoje não dança mais…
Se há estrelas no céu, refleti-las.
A casa era por aqui… Onde? Procuro-a e não acho.
Por que da sua distância Para a minha companhia Não baixava aquela estrela?
Esquece a tua alma. A alma é que estraga o amor. As almas são incomunicáveis.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente… Tristeza esparsa… remorso vão… Dói-me nas veias.
Cuido contar-lhe o mal, pedir-lhe a cura… Abrir-lhe o incerto coração que chora…
Gênio purificado na desgraça, Tu resumiste em ti toda a grandeza: Poeta e soldado… Em ti brilhou sem jaça O amor da grande pátria portuguesa.
Choras, sem compreenderes que a saudade É um bem maior do que a felicidade
A vida assim nos afeiçoa, Prende. Antes fosse toda fel!