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Termos de Uso
Vem-me então à lembrança o pai Yoyô Na ânsia física da última eficácia… E logo a lágrima em meus olhos cai. Ah! Vale mais lembrar-me eu de meu Pai
Sulcando o espaço, devassando a terra, A aeronave que um mistério encerra Vai pelo espaço acompanhando o mundo.
Tô pensando em me jogar de cima da pedra mais alta Vou mergulhar, talvez bater cabeça no fundo Vou dar braçadas, remar todos mares do mundo O medo fica maior de cima da pedra mais alta
Tua palavra, tua história tua verdade fazendo escola e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Neste último sítio de encontros Juntos tateamos Todos à fala esquivos Reunidos na praia do túrgido rio
Esta é a terra morta Esta é a terra do cacto Aqui as imagens de pedra Estão eretas
Que eu demais não me aproxime Do reino de sonho da morte
Nós somos os homens ocos Os homens empalhados Uns nos outros amparados O elmo cheio de nada. Ai de nós!
Que símbolo divino Traz o dia já visto? Na Cruz, que é o Destino, A Rosa que é o Cristo.
Numerar sepulturas e carneiros, Reduzir carnes podres a algarismos, Tal é, sem complicados silogismos, A aritmética hedionda dos coveiros!
É tudo quanto sinto, um desconcerto; da alma um fogo me sai, da vista um rio; agora espero, agora desconfio, agora desvario, agora acerto.
Tarda-lhe a Idéia! A inspiração lhe tarda! E ei-lo a tremer, rasga o papel, violento, Como o soldado que rasgou a farda No desespero do último momento