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Termos de Uso
elas se impõem de cátedra com implacável desfaçatez
( Há muita, muita manhã no menino; e um pouco em mim. )
Conhecereis a praia Onde a vaga se espraia E a tempestade cessou?
Porque és assim tão escura, assim tão triste?! é que, talvez, ó noite, em ti existe Uma saudade igual à que eu contenho!
E o chão, sob os seus passos murmurando, Segue-a de um hino, de rumor de festa…
Sinto o roçar das asas Amarelas e escuto essas Canções encantatórias que tento, em vão, de mim desapossar.
Pois formas tão perfeitas de beleza Vêm do fulgor das trevas.
Estas as figurações do sonho: uma placa de prata e um nome inscrito, hoje apagado, gravado há muito, muito tempo. E só.
Ouço que a natureza é uma lauda eterna de pompa, de fulgor, de movimento e lida…
Jogos da luz dançando na folhagem! Do que eu ia escrever até me esqueço…
É a senha da vida a senha do mundo. Vou procurá-la. Vou procurá-la a vida inteira
Mais alto, sim! mais alto, mais além Do sonho, onde morar a dor da vida, Até sair de mim!