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Termos de Uso
Quero ver-te brilhar. Canta, criança, és a ave da inocência.
Adiante O poema é translúcido, e distante A palavra que vem do pensamento Sem saudade.
E eu aqui a chorar nesta noite tão fria! Agonia, agonia, agonia, agonia!
Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar?
A mão que escreve este poema não sabe o que está escrevendo
Do que restou, como compor um homem e tudo que ele implica de suave, de concordâncias vegetais, murmúrios de riso, entrega, amor e piedade?
Era um quadro celeste!… A cada afago Mesmo em sonhos a moça estremecia…
Pensar numa flor é vê-la e cheirá-la E comer um fruto é saber-lhe o sentido.